Jessica Wright Olivieri em Paraty

Psicanálise · Clínica · Transmissão

Jessica Wright Olivieri

Psicanalista formada pelo CEP, escritora e curiosa das palavras e dos silêncios. Atendo em consultório em São Paulo e online, em português e inglês, com pacientes do Brasil todo e de vários lugares no mundo.

jessicaolivieri.psi@gmail.com
Instagram · @jessicaolivieri.psi
TikTok · @falajessica.psi

Prazer, sou a Jessica!

Entre a clínica, a escrita e a transmissão, venho construindo um percurso atravessado pela psicanálise — e pelo interesse nas formas singulares de cada sujeito se contar.

Atendo em consultório particular próximo à Avenida Paulista, em São Paulo, e também online, em português e inglês, acompanhando pacientes no Brasil e no exterior. Minha clínica é orientada pela psicanálise e parte da escuta daquilo que insiste: repetições, impasses, sintomas, modos de amar, sofrer, desejar e se defender.

Sou formada pelo Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP), instituição na qual sigo em formação permanente. Integrei por cinco anos a rede de atendimentos do CEP e hoje também faço parte da equipe de comunicações da instituição, atuando na mediação de eventos e na produção de conteúdo para as redes sociais. Além dos atendimentos clínicos, ministro cursos e supervisiono analistas em formação.

Antes da psicanálise, atuei por quase uma década como advogada em escritórios grandes. O direito me deu precisão com as palavras e uma certa tolerância ao absurdo: conhecimentos que, curiosamente, servem muito bem à clínica psicanalítica.

Entendo a análise como um espaço em que o sujeito pode se confrontar com aquilo que o atravessa: seus desejos, seus fantasmas, suas repetições e os discursos nos quais se vê capturado. Um espaço para produzir deslocamentos e encontrar modos menos engessados de existir.

Também escrevo. Em 2026, deve ser publicado pela Editora INM um livro de casos clínicos que organizei ao lado de colegas muito queridos. Também tenho um projeto de livro de ficção em andamento; um livro que insiste em me acompanhar, mesmo quando tento fingir que ele pode esperar.

O inglês é minha segunda língua materna (venho de família inglesa) e atendo pacientes que só falam inglês, no Brasil e no exterior.

Nos últimos anos, tenho explorado também o TikTok como um espaço para falar de psicanálise com rigor, leveza, humor e afeto, aproximando a teoria da vida cotidiana sem esvaziar sua complexidade.

Entrar em contato
Jessica Wright Olivieri
Formação
CEP — Formação em Psicanálise e Formação Contínua
Instituto da Psicanálise Lacaniana (IPLA)
Atendimento
Consultório perto da Av. Paulista, SP
Online em português e inglês
Pacientes do Brasil e do mundo

Cursos

Cursos e encontros

Terças · 20h às 21h30 · 8 set a 27 out · Zoom ao vivo

Por que fazemos o que fazemos?

Curso de introdução à psicanálise, de Freud a Lacan — 8 encontros. Inscrições abertas.

29 ago 2026 (sábado) · 10h às 12h · Zoom ao vivo

Do que estamos falando quando falamos de amor? (2ª edição ampliada)

Com um novo capítulo sobre tempo e amor. Inscrições abertas.

Escritos e pensamentos

9 de set. de 2021 · 2 min de leitura

Felicidade não tem fim

Por que será que a tristeza não tem fim e a felicidade sim?

12 de jul. de 2021 · 3 min de leitura

Estamos todos transtornados?

Que mundo é esse em que vivemos onde transtornos alimentares tornaram-se lugar comum?

7 de mai. de 2021 · 4 min de leitura

As voltas que a vida dá (na gente)

Consigo ver beleza na tortuosidade das decisões que somos capazes de tomar para nos aproximarmos do nosso desejo.

Estes textos foram publicados originalmente no blog do Espaço Kirom.

7 de maio de 2021 · 4 min de leitura

As voltas que a vida dá (na gente)

Publicado originalmente em 7 de maio de 2021 no blog Espaço Kirom.

8:30, toca o despertador. Aperto Snooze. 8:45, Snooze. 9:00, Snooze. 9:15, Socorro! Tá bom, desisto. Me arrasto pro banho. Escolho uma roupinha formal, desconfortável, sem cor, sem graça. Como qualquer coisa correndo e, num gole apressado, bebo um café. Aproveito pra me maquiar no trânsito. Chego no escritório, sou recebida com sorrisos falsos de pessoas que eu não gosto. Eles também não gostam de mim. Sento na minha sala gelada, leio meus e-mails, leio algumas notícias. Entro pra reunião com um cliente corrupto. Dou risadas forçadas de piadas machistas. Saio pra almoçar num kilo ruim e fofocamos sobre as pessoas do escritório. Volto pro escritório. Escrevo uma petição com uma tese que eu não concordo. Mando pro meu chefe. Ele liga pedindo pra revisar uns trechos que ele mesmo poderia editar. Tomo um café que me deixa elétrica e ansiosa. Leio e respondo mais e-mails. Vejo o andamento dos meus casos e disparo mais alguns e-mails. Delego trabalhos que eu não quero fazer pra advogados mais novos. Espero meu chefe me chamar para falar da reunião de amanhã. Ele passa seis outros assuntos na frente. Enquanto isso eu enrolo e debito as horas que eu trabalhei. Falo com meu chefe por 10 minutos sobre trabalho e por 40 minutos ouço ele desabafar sobre a vida pessoal dele. Vou embora do escritório. Trânsito. Chego em casa quase às 22h. Como qualquer coisa, vendo qualquer coisa na TV. Deito, durmo, acordo e repito tudo.

Isso descreve praticamente todos os meus dias enquanto trabalhei como advogada. Fui parar na faculdade de Direito porque eu não passei em mais lugar nenhum e fui ficando. Ficando e detestando. Me formei e continuei trabalhando na área. Não via outra alternativa. Nos meus raros momentos livres, fiz alguns cursos de escrita criativa e de psicanálise. Fui percebendo que esses meus "hobbies" me alegravam e me motivavam mais que as 15 horas que eu passava trabalhando, mas me faltava coragem até para conseguir enxergar um dia a dia em que esses assuntos pudessem ocupar meu dia todo.

Depois de ter feito vários cursos avulsos de psicanálise, um belo dia me vi inscrita numa formação em psicanálise. No primeiro ano, seria possível coordenar a carga horária do curso com os horários do escritório. A partir do segundo ano já não seria possível, mas esse era um problema para a Jessica do futuro. Aos poucos fui mergulhando mais profundamente na psicanálise e minha presença no escritório tornou-se uma obrigação burocrática dos momentos em que eu não estava estudando ou nas aulas de psicanálise.

Adoraria poder contar aqui que um belo dia acordei cheia de coragem, entrei na sala do meu chefe e proclamei que meu futuro não era aquele, mas isso não aconteceu. Na verdade, eu estava tão desmotivada e infeliz no escritório, que um dia meu chefe me demitiu. Na época, fiquei horrorizada! Eu nunca havia sido demitida e, pelo contrário, sempre tinha ido bem em tudo que eu me propunha a fazer. De modo geral, vivia uma fantasia de que eu nunca tinha fracassado. Releio novamente o começo desse texto com a descrição da minha rotina e vejo que a minha definição de fracasso é bastante relativa.

Hoje, enxergo essa demissão como a melhor coisa que aconteceu na minha carreira. Por um tempo, continuei procurando trabalhos na área do Direito, pois insistir no erro parecia ser minha especialidade. O momento político no Brasil não ajudou e os meses passavam e eu continuava desempregada. Com o intuito de ganhar um dinheiro enquanto me reestabelecia, comecei a fazer traduções jurídicas. Depois de um mês, notei que estava ganhando mais dinheiro com isso do que ganhava no escritório. Estruturei minha empresa e, finalmente, tive a coragem de assumir que trabalharia com traduções enquanto eu estudava e me formava em psicanálise. E foi isso que eu fiz!

Se eu fosse coach, talvez conseguiria inventar uma grande história de superação e bravura para contar como mudei de carreira aos 30 anos, mas sou psicanalista (!) e consigo ver beleza na tortuosidade das decisões que somos capazes de tomar para nos aproximarmos do nosso desejo.

Tenho certeza que minha história é mais uma dentre tantas outras de pessoas que acabam acomodadas em empregos que não gostam e que quando se dão conta estão vivendo o sonho dos pais, dos amigos, de todo mundo menos o seu próprio. Na clínica, o que eu mais vejo são pacientes enganchados no desejo do outro e alienados dos seus próprios desejos.

Aliás, o trabalho da análise, a meu ver, é justamente esse: auxiliar o paciente a conhecer o seu desejo e se implicar na busca para realizá-lo. Se antes brincavam "Freud explica", hoje falamos em "Freud implica". A questão da responsabilidade do sujeito é central à psicanálise. E não é tarefa fácil! O analista deve direcionar o tratamento de modo a responsabilizar o sujeito frente às suas decisões, ações, falas e, inclusive, frente ao não dito e o indizível, de modo que a posição do paciente enquanto sujeito seja marcada pela sua implicação em si mesmo e, assim, na sua responsabilidade enquanto sujeito.

Demorei 30 anos para conseguir me alinhar com o meu desejo — ao menos no que concerne à minha vida profissional — e suspeito que demorarei pelo menos mais uns 30 para seguir implicada nesse caminho em todos os aspectos da minha vida. Trata-se de um trabalho para a vida toda.

Nessa primeira coluna, quis me apresentar: prazer, sou a Jessica! Como contei, sou psicanalista e atendo em consultório. Pretendo usar esse espaço para escrever sobre a psicanálise de uma forma acessível e verdadeira. E se algum dos meus textos te fizer refletir sobre a sua vida ou te motivar a buscar uma análise pessoal, me darei por satisfeita.

12 de julho de 2021 · 3 min de leitura

Estamos todos transtornados?

Publicado originalmente em 12 de julho de 2021 no blog Espaço Kirom.

— Miga, amanhã, depois desse japa, vai rolar um detox, né?

— Acabei de aumentar meu jejum intermitente para 14 horas, tá mara.

— Você viu a Dani? Ela deu uma engordadinha, hein?

— Gabi, se eu sair da dieta, você pode vazar minhas nudes no Insta, viu?

— Tô tomando uns remedinhos pra emagrecer show. Vou te passar o contato do meu médico.

— Comecei uma dietinha zero carbs. Só como proteína e, de manhã, uma fruta.

— Hoje malhei 2 horas! Tá pago! Posso jantar tranquilo.

— Quero postar essa foto de biquíni. Vê se eu tô gorda com esse filtro?

Quantas falas parecidas com essas não ouvimos todos os dias? Até que ponto não normalizamos esses comportamentos e ideias? Que mundo é esse em que vivemos onde transtornos alimentares tornaram-se lugar comum?

Seis dessas frases comumente ditas e ouvidas demonstram atitudes condizentes com o transtorno alimentar da bulimia. Muitos, equivocadamente, reconhecem a bulimia apenas em pessoas que vomitam após refeições. Contudo, esse transtorno alimentar também está presente em pessoas que após episódios de compulsão alimentar, têm atitudes compensatórias de restrição: aquelas dietas de sucos após um final de semana de excessos, exagero de atividades físicas, jejuns, laxantes, entre outras.

Os ideais da anorexia também estão presentes em muitas destas frases: imagem corporal distorcida, constante comparação entre corpos, culto pela magreza e estética e tantas táticas e ferramentas utilizadas para alcançar o corpo perfeito (magro).

Carregamos no bolso vitrines dos corpos perfeitos. As redes sociais viraram um prato cheio para os transtornos alimentares, pois estamos sempre nos comparando, sempre insatisfeitos e sempre lutando pelo prato vazio. Pergunte-se quantas pessoas você conhece que não fazem restrições alimentares (eu conto nos dedos de uma mão). O comer transtornado tornou-se praticamente a norma e não sabemos o que fazer para amenizar essa angústia.

Não consigo resolver essa questão nesse curto artigo, mas posso sugerir algumas medidas para tentar ajudar ou para encaminhá-los para uma saída.

Primeiro e antes de mais nada: parem de comentar os corpos alheios! Há tantas maneiras de elogiar alguém, por que insistimos em elogiar a perda de peso? Quanto mais voltamos nossos olhares para outros corpos, mais nos frustramos com os nossos próprios. Além disso, quando elogiamos alguém que está magro ou comentamos que alguém engordou, não sabemos como aquela pessoa pode receber aquele comentário. Lembro sempre de uma frase que diz: seja gentil, pois todas as pessoas estão lutando uma batalha sobre a qual você não sabe nada.

Segundo, experimente parar de seguir as blogueiras fitness, as modelos, as musas do Instagram e passe a seguir pessoas normais, com corpos e curvas normais. Garanto que um tanto da insatisfação que sentem por não terem um corpo perfeito de Instagram, sumirá.

Por fim e o mais importante: procurem ajuda. Profissionais especializados em transtornos alimentares podem ajudar e muito na construção de uma imagem corporal mais gentil, em hábitos de comer saudáveis e na investigação e compreensão das dores que estão sendo "descontadas" no corpo. Sugiro começar por um psicanalista (preciso puxar a sardinha para o meu lado), mas recomendo também nutricionistas comportamentais e psiquiatras especializados em transtornos alimentares. Essa equipe, em conjunto, consegue operar grandes e positivas mudanças na vida de pessoas com transtornos alimentares.

Ter consciência de que as falas acima demonstram angústias e sofrimento pode te ajudar a responder de forma a acolher a pessoa que normalizou o comer transtornado e, quem sabe, ajudá-la a repensar algumas escolhas e buscar ajuda. O caminho da melhora nos transtornos alimentares é longo, mas possível; que possamos ser agentes da melhora e não cúmplices dos transtornos.

9 de setembro de 2021 · 2 min de leitura

Felicidade não tem fim

Publicado originalmente em 9 de setembro de 2021 no blog Espaço Kirom.

Por que será que a tristeza não tem fim e a felicidade sim? Freud, em seu texto Arruinados Pelo Êxito (1916), nos oferece uma resposta. Ele abre dizendo que a psicanálise o levou a concluir que as pessoas adoeciam frente à frustração de um desejo não realizado. Até aí, tudo bem. Qual não foi sua surpresa quando percebeu que pessoas também adoeciam frente aos seus desejos realizados? Pensando nisso, faz sentido a letra da canção de Tom e Vinicius, pois como poderia a felicidade ser infinita, se nem perante a realização de nossos sonhos conseguimos sustentar a felicidade?

Todos nós conhecemos uma dúzia ou mais de pessoas que lutaram para conquistar algo e, quando finalmente conseguiram, não souberam lidar e, de alguma forma ou de outra, abriram mão ou sabotaram suas conquistas.

O que faz com que o funcionário que sempre quis ser promovido, quando finalmente recebe a promoção, passa a faltar no trabalho e atrasar? Por que a mulher que sempre quis se casar, após o casamento, perdeu o interesse no marido e começou a traí-lo? Ou o jovem que passou na universidade e perdeu a data de inscrição?

O que nos impede de sustentarmos nossa felicidade?

Ainda que o número de respostas seja igual ao tanto de pessoas que se fizerem essa pergunta, podemos pensar em algumas alternativas.

Alguns, frente à realização de um desejo, descrevem a descrença de ser possível manter aquela conquista. Não acreditam que algo bom possa acontecer com eles e, como a crônica de uma morte anunciada, garantem que aquela conquista realmente não perdure. É como se houvesse um certo conforto no sentimento conhecido do sofrimento ou da não-realização. E quando chega a hora de enfim aproveitar e gozar da conquista realizada, a pessoa não aguenta sustentar essa nova posição e essa felicidade. Prefere, numa compulsão pela repetição, voltar ao sofrimento anterior.

Parece inacreditável, mas é preciso estar atento e forte aos boicotes que fazemos de nossos triunfos. Exige coragem, disposição (e análise) para abrir mão da posição anterior de sofrimento e para que a felicidade seja eterna enquanto dure.

Vídeos

Psicanálise no TikTok

Falo de psicanálise com leveza, humor e afeto. Mais de 39k seguidores no TikTok · @falajessica.psi

Aula realizada · 11 de julho de 2026

Do que estamos falando quando falamos de amor?

Falamos de amor o tempo todo. Nas músicas, nas séries, nas terapias, nas brigas, nas desculpas inventadas de madrugada e nas mensagens que a gente jura que não vai mandar, mas manda.

Mas o que queremos dizer quando dizemos que amamos alguém? O que faz alguém ganhar esse lugar tão importante na nossa vida? Por que escolhemos quem escolhemos? E por que, tantas vezes, mudamos de endereço, de nome, de aplicativo, de promessa, e continuamos tropeçando no mesmo tipo de amor?

A psicanálise não entra nessa conversa para organizar tudo numa resposta bonita. Ela entra para estragar um pouco a festa. Faz perguntas menos confortáveis. O amor é encontro? É escolha? É repetição? É falta? É fantasia? É demanda? É desejo? É uma tentativa de salvação? É uma forma muito sofisticada de procurar no outro alguma coisa que nem a gente sabe direito o que é?

Nesta aula, vamos pensar o amor a partir da psicanálise, tendo como referência Freud, Lacan, Dolto, Massimo Recalcati, Ana Suy, Christian Dunker, minhas histórias, as nossas e as de tantos outros. Não para esfriar o amor com teoria, mas para escutar o que aparece quando ele deixa de ser tratado apenas como sentimento bonito e passa a ser pensado como escolha, repetição, desencontro, idealização, sintoma e também possibilidade de invenção.

A aula é para qualquer pessoa curiosa. Não é necessário ter conhecimento prévio de psicanálise. Basta ter disposição para pensar junto e, quem sabe, sair com perguntas um pouco melhores sobre aquilo que a gente chama de amor.

Esta aula aconteceu no dia 11 de julho. A gravação completa está disponível para aquisição.
Data
11 de julho de 2026
Duração
2h10

Gravação disponível

Pagamento por Mercado Pago. O valor é exibido na próxima etapa. Você será direcionada ao acesso da gravação após a confirmação.

Aula ao vivo · 29 de agosto de 2026 (sábado)

Do que estamos falando quando falamos de amor?

2ª edição ampliada

Falamos de amor o tempo todo. Nas músicas, nas séries, nas brigas, nas mensagens que juramos não mandar, mas mandamos. Mas o que queremos dizer quando dizemos que amamos alguém? Por que escolhemos quem escolhemos, e por que tantas vezes continuamos tropeçando no mesmo tipo de amor, como se ele insistisse em repetir sempre a mesma forma?

A psicanálise não entra nessa conversa para nos dar uma resposta bonita. Ela entra, principalmente, para complicar um pouco as coisas, e é aí que a conversa fica interessante. Nesta aula, pensamos o amor ao lado de Freud, Lacan, Dolto, Massimo Recalcati, Ana Suy e Christian Dunker, e também das nossas próprias histórias. Não para esfriar o amor com teoria, mas para escutar o que ele revela quando deixa de ser só um sentimento bonito e passa a ser pensado como escolha, repetição, desencontro e, por que não, invenção.

Nesta segunda edição, o percurso ganha um capítulo novo, todo dedicado ao tempo e ao amor. Chamo de Timing is luck, uma forma de pensar como o momento certo, ou o errado, molda quase tudo aquilo que a gente decide chamar de amor.

A aula é para qualquer pessoa curiosa, sem necessidade de conhecimento prévio de psicanálise.

Esta é uma nova turma, diferente da 1ª edição (11 de julho), com um capítulo inédito sobre tempo e amor.
Data
29 de agosto de 2026 (sábado)
Horário
10h às 12h
Formato
Ao vivo · Zoom
Inclui
Gravação por 30 dias

Preencha a ficha de inscrição. Você será direcionada ao pagamento em seguida.

Curso · 8 encontros · Terças, 20h às 21h30

Por que fazemos o que fazemos?

Curso de introdução à psicanálise, de Freud a Lacan

Por que repetimos o que nos faz mal? Por que desejamos o que desejamos? Por que um sintoma insiste? Por que sabemos uma coisa e fazemos outra?

Freud mostrou, com a descoberta do inconsciente, que não somos inteiramente senhores de nós mesmos. Lacan propôs que o inconsciente é estruturado como uma linguagem — há algo em nós que fala antes mesmo de sabermos o que estamos dizendo.

Em 8 encontros, uma introdução aos fundamentos da psicanálise, de Freud a Lacan.

Programa completo e bibliografia-base

Programa

  • 018 setO que é psicanálise
  • 0215 setPulsão e falta
  • 0322 setNarcisismo, eu e imagem
  • 0429 setSonhos e a linguagem do inconsciente
  • 056 outEstruturas clínicas
  • 0613 outA fantasia
  • 0720 outO real e a travessia da fantasia
  • 0827 outA prática analítica

Bibliografia-base

O curso acompanha, como eixo de leitura, a coleção Fundamentos da Psicanálise de Freud a Lacan, de Marco Antonio Coutinho Jorge, em diálogo com textos de Freud, Lacan e Bruce Fink.

JORGE, Marco Antonio Coutinho. Fundamentos da Psicanálise de Freud a Lacan.

Volume 1 — As bases conceituais

Volume 2 — A clínica da fantasia

Volume 3 — A prática analítica

Volume 4 — O laboratório do analista

FREUD, Sigmund. Interpretação dos sonhos.

FREUD, Sigmund. Luto e melancolia.

FREUD, Sigmund. Introdução ao narcisismo.

FREUD, Sigmund. Bate-se em uma criança.

LACAN, Jacques. O estádio do espelho.

LACAN, Jacques. Seminário 10.

FINK, Bruce. Fundamentos da técnica psicanalítica: uma abordagem lacaniana para praticantes.

A cada encontro, serão indicadas leituras complementares.

Para quem é

A todos que têm interesse em psicanálise. Sem pré-requisito. Também a psicanalistas, psicólogos, psiquiatras e profissionais com ou sem prática clínica.

Início
8 de setembro
Formato
Ao vivo · Zoom
Encontros
8 terças · 20h às 21h30
Inclui
Gravações 30 dias · material de apoio e bibliografia · certificado

R$ 560 até 31 de agosto

R$ 640 a partir de 1º de setembro

Em até 3x sem juros no cartão · 5% de desconto pagando via Pix

Preencha a ficha de inscrição — na sequência, você escolhe entre pagar por cartão (Mercado Pago) ou Pix com desconto.

Bolsas de acesso e diversidade

Duas bolsas de 50% para mulheres negras e pessoas LGBTQIA+ negras, para quem o valor integral seja uma barreira de acesso. Envie até 31 de agosto um e-mail contando quem você é e por que a bolsa viabilizaria sua participação. Se houver mais pedidos elegíveis do que bolsas, as duas serão sorteadas entre quem atender aos critérios.

Solicitar bolsa

Ficha recebida

Falta só o pagamento

R$ 560 até 31 de agosto · R$ 640 a partir de 1º de setembro

Escolha como prefere pagar

ou

Pagar via Pix · 5% de desconto
Chave: 398.178.218-62
Valor: R$ 532

Válido até 31 de agosto. A partir de 1º de setembro, o valor com desconto passa a ser R$ 608.

Após pagar, envie o comprovante para jessicaolivieri.psi@gmail.com com seu nome completo. A confirmação e os dados de acesso ao Zoom chegam em até 24 horas.

Pagamento confirmado

A gravação está liberada!

Aqui está o acesso à gravação completa da aula "Do que estamos falando quando falamos de amor?".

Assistir à gravação

Esta página é exclusiva para quem adquiriu o acesso. Qualquer dúvida, escreva para jessicaolivieri.psi@gmail.com.